Apagão atinge Supremo Tribunal Federal e áreas do Distrito Federal
Na tarde desta terça-feira (28), um apagão afetou o fornecimento de energia no Supremo Tribunal Federal (STF) e em várias regiões do Distrito Federal. Moradores da Asa Norte, incluindo quadras residenciais, o Brasília Shopping e o Edifício Varig, ficaram sem luz. Sobradinho também registrou quedas no fornecimento, principalmente nas quadras 1, 2 e 8.
O STF sofreu um pico de energia que durou alguns minutos, causando interrupções nas atividades. A concessionária Neoenergia foi acionada para identificar as causas do problema, mas, até o momento, não divulgou esclarecimentos oficiais.
Contexto político e administrativo no Distrito Federal e Brasil
Além do apagão, outras notícias de relevância pública movimentaram o cenário político e administrativo. O Partido Liberal (PL) avalia a possível desistência do senador Cleitinho Azevedo na disputa pelo governo de Minas Gerais, em razão do luto pela morte do irmão. Sem um palanque próprio para Flávio Bolsonaro no Estado, a legenda considera apoiar o ex-deputado Marcelo Aro, que teria maior competitividade e capacidade de formar alianças amplas.
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O Supremo Tribunal Federal também recebeu respostas de apenas oito dos 21 partidos intimados pelo ministro Flávio Dino, sobre a participação de dirigentes partidários na gestão e indicação de emendas parlamentares. As legendas negaram que seus presidentes tenham prerrogativa formal para indicar emendas, e o PL explicou que declarações do presidente Valdemar Costa Neto foram feitas em sentido coloquial.
No âmbito administrativo, o Tribunal de Contas de Pernambuco confirmou irregularidades nos repasses à CaruaruPrev durante a gestão da governadora Raquel Lyra como prefeita. O atual prefeito Rodrigo Pinheiro foi responsabilizado e deverá devolver valores referentes a encargos gerados pelo atraso nos repasses.
Na esfera política nacional, o pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado criticou a postura do governo Lula nas relações internacionais e destacou a necessidade de negociações mais equilibradas, especialmente em relação ao tarifaço imposto pelos Estados Unidos. Ele sugeriu o uso de minerais críticos e terras raras como instrumentos para ampliar acordos e parcerias comerciais.
Por fim, uma ala de economistas ligada ao PT defende que, em um eventual governo Lula 4, seja adotado controle nos gastos obrigatórios para estabilizar a dívida pública e reduzir o déficit fiscal, sem reduzir o tamanho do Estado ou cortar programas sociais, mas contendo o crescimento das despesas para ampliar investimentos.

