Prioridade para a Educação Inclusiva

A nova presidente do Conselho de Educação do Distrito Federal (CEDF), Eliana Moysés Mussi, tomou posse na última quinta-feira (5) e terá a missão de liderar a instituição até 21 de dezembro de 2027. A vice-presidência será ocupada por Erenice Natália Soares de Carvalho. Durante a cerimônia simbólica, Moysés Mussi destacou a necessidade de um sistema de ensino verdadeiramente inclusivo, que articule as redes pública e privada. “Quando falamos de educação, é essencial que todas as instituições compreendam as normativas e as apliquem em um contexto mais amplo, favorecendo a inclusão e o diálogo entre as esferas governamentais e privadas”, enfatizou a nova presidente.

No evento, também foi apresentado um relatório sobre a educação especial no Distrito Federal, elaborado pela presidente junto à técnica Renata Antunes de Souza. O documento abordou tanto as conquistas quanto os desafios enfrentados na área de inclusão.

A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, comentou sobre os avanços nas políticas de inclusão nos últimos anos. “Temos um excelente debate para realizar. No final da década de 1990 e início dos anos 2000, havia uma busca por mecanismos que garantissem a inclusão de crianças com deficiência nas escolas privadas. Atualmente, é proibido recusar a matrícula de qualquer criança. Embora tenham ocorrido avanços significativos, ainda temos muito a fazer. A continuidade desse diálogo é crucial para fortalecer ainda mais a inclusão diante dos novos desafios que surgem”, afirmou.

Hélvia Paranaguá também ressaltou a relevância das parcerias interinstitucionais para garantir um ambiente escolar acolhedor e seguro. “Por meio da Lei Lucas, estabelecemos uma colaboração com o Corpo de Bombeiros. Essas articulações são essenciais para implementar políticas inclusivas de forma integrada, que vão desde o suporte à saúde até a inclusão plena no ambiente escolar”, concluiu.

A nova gestão do CEDF traz a promessa de priorizar o avanço das políticas de inclusão, além de aprimorar o diálogo entre as redes de ensino pública e privada, reafirmando o compromisso com uma educação mais justa e acessível para todos.

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