19ª edição do AstraZeneca Viva a Cultura! chega ao ITACI com programação temática
O AstraZeneca Viva a Cultura! está prestes a completar 20 anos de atuação em hospitais de várias capitais brasileiras, e em sua 19ª edição, marcada para 2026, mantém o compromisso de levar cultura e brincadeiras para crianças e adolescentes em tratamento. Entre os dias 20 e 24 de julho, o projeto desembarca no Instituto de Tratamento do Câncer Infantojuvenil (ITACI), em São Paulo, com uma agenda repleta de atividades lúdicas e artísticas.
O tema escolhido para este ano é “Explore o Mistério do Oceano”. Acompanhados pelo personagem Astro, um urso amarelo de jaleco colorido, e pela equipe de instrutores e atores, os pacientes embarcarão em uma viagem imaginária para conhecer os sons, os animais e o ecossistema marinho por meio de oficinas e apresentações que estimulam a criatividade e o aprendizado.
Atividades que unem arte, música e consciência ambiental em hospitais
A programação do AstraZeneca Viva a Cultura! inclui uma diversidade de oficinas que valorizam a expressão artística e a interação dos pacientes com o ambiente hospitalar. Entre as principais atividades estão:
- Oficina de Musicalização: onde os pacientes têm contato com instrumentos musicais para explorar diferentes sons;
- Oficina de Instrumentos Musicais Recicláveis: transformação de materiais como garrafas plásticas e latas em instrumentos que reproduzem sons do mar e da natureza;
- Oficina de Stencil em Tela: pintura criativa com imagens que remetem ao oceano, como peixes, corais e estrelas do mar;
- Oficina de Máscaras: criação de personagens inspirados nas lendas do folclore brasileiro, como a Iara, o boto e o curupira;
- Oficina de Animais Marinhos: conscientização sobre reciclagem e reutilização de materiais para produzir arte;
- Origami: exploração do universo das dobraduras em papel, estimulando a coordenação motora e a imaginação.
Além das oficinas, o projeto promove três apresentações teatrais que encantam o público infantil. Para pacientes que não podem sair dos quartos devido ao tratamento, o mascote Astro leva o “Música nos Leitos”, uma iniciativa que leva música e alegria diretamente até eles.
Presença nacional e impacto cultural do projeto em 2026
Em 2026, o AstraZeneca Viva a Cultura! realiza atividades em seis instituições hospitalares espalhadas pelo Brasil. Além do ITACI, participam o Hospital de Clínicas de Porto Alegre, o Hospital das Clínicas da UFMG em Belo Horizonte, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo em Belém, a Santa Casa de São Paulo e o Hospital Santa Izabel em Salvador.
O projeto, apresentado pelo Ministério da Cultura, patrocinado pela AstraZeneca e idealizado pelo Instituto Dançar, destaca-se como uma das principais plataformas culturais em hospitais do país. Ao longo de sua trajetória, já promoveu mais de 580 oficinas, 380 programações nos leitos e 179 apresentações teatrais em 95 etapas diferentes.
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Fonte: edemossoro.com.br
Em São Paulo, além das atividades para pacientes, será oferecida uma masterclass gratuita sobre a história da arte na Medicina, aberta a estudantes, professores e ao público em geral, ampliando o alcance cultural da iniciativa.
O papel do brincar e da arte na humanização da saúde infantil
Estudos recentes confirmam os benefícios das atividades artísticas e culturais para crianças e adolescentes hospitalizados. Uma revisão sistemática com meta-análise publicada em 2025 revelou que intervenções baseadas em arte auxiliam no bem-estar emocional de pacientes oncológicos pediátricos, além de ajudar a reduzir o sofrimento psicológico durante o tratamento.
Pesquisas específicas sobre música em oncologia pediátrica apontam que essa intervenção pode diminuir a ansiedade e a dor, melhorar a qualidade de vida, fortalecer a autoestima e fornecer estratégias de enfrentamento para os jovens pacientes.
Genômica (SBGM) e o avanço da medicina de precisão
Há 40 anos, a genética médica iniciou uma revolução silenciosa que transformou o diagnóstico e tratamento de doenças. A Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM) completa quatro décadas em 15 de julho, acompanhando a evolução desde a análise clínica até a medicina de precisão e terapias gênicas.
Antes do Projeto Genoma Humano, lançado em 1990, os médicos geneticistas dependiam da avaliação clínica e de técnicas básicas para diagnosticar doenças. A conclusão do sequenciamento do DNA humano em 2003 e avanços recentes, como o mapeamento completo do genoma em 2022, ampliaram significativamente o conhecimento médico.
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Fonte: soudebh.com.br
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Fonte: gpsbrasilia.com.br
Atualmente, exames genéticos, aliados à expertise clínica, permitem identificar doenças raras, orientar casais sobre riscos reprodutivos, prever predisposições a cânceres e indicar tratamentos personalizados. Isso representa uma transformação profunda na prática médica, especialmente para pacientes com doenças hereditárias, que agora têm acesso a diagnósticos precisos e terapias inovadoras.
A SBGM também destaca a incorporação da genética em diversas especialidades médicas e o desenvolvimento de terapias gênicas e tecnologias de edição genética, como o CRISPR-Cas9, que ampliam as possibilidades terapêuticas.
“Celebrar os 40 anos da SBGM é reconhecer a evolução acelerada da genética médica no Brasil, que passou da análise cromossômica para a medicina de precisão em poucas décadas”, afirma a presidente da entidade, Dra. Ida Schwartz.
Segundo a vice-presidente, Dra. Antonette Souto El Husny, a especialidade tem um papel fundamental no futuro da assistência à saúde, com o contínuo avanço das tecnologias diagnósticas e terapêuticas.
Assim, a jornada da SBGM reflete uma transformação que beneficia pacientes, profissionais da saúde e pesquisadores, consolidando a genética médica como uma área estratégica para a medicina contemporânea no Brasil.

