Empregos formais no Distrito Federal em maio de 2026
O Distrito Federal registrou a criação de 1.910 empregos com carteira assinada em maio de 2026, conforme dados do Novo Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta terça-feira (30/6). Entre os cinco grandes grupos econômicos analisados, apenas dois apresentaram saldo positivo na capital federal durante o quinto mês do ano. O setor de serviços foi o principal responsável pelo crescimento, com a abertura de 2.170 vagas formais. Em seguida, a Construção civil contribuiu com a geração de 397 postos. Por outro lado, os segmentos da Agropecuária (-24), Indústria (-63) e Comércio (-570) tiveram saldo negativo em maio.
Análise por gênero, faixa etária e escolaridade
No recorte por gênero, tanto mulheres quanto homens tiveram saldo positivo. As mulheres preencheram 1.262 dos novos postos com carteira assinada, enquanto os homens ocuparam 648 vagas. Quanto à faixa etária, os jovens de 18 a 24 anos lideraram a criação de empregos, com 1.301 postos formais gerados no Distrito Federal no período. Em relação ao grau de instrução, a maior parte das vagas foi destinada a pessoas com ensino superior completo, totalizando 1.101 novas ocupações.
Contexto nacional da geração de empregos em maio
Em âmbito nacional, o mercado de trabalho brasileiro criou 72.960 empregos formais em maio de 2026, resultado de 2,20 milhões de admissões e 2,13 milhões de desligamentos. No acumulado do ano, de janeiro a maio, foram geradas 767.326 novas vagas formais, representando um crescimento de 1,6%. No período de 12 meses entre junho de 2025 e maio de 2026, o saldo positivo foi de 1.132.820 empregos com carteira assinada.
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Desempenho dos principais setores econômicos no país
Os cinco grandes grupos econômicos do Brasil apresentaram saldo positivo em maio. O setor de Serviços foi o maior destaque, com a abertura de 45.655 vagas, impulsionado principalmente por atividades de Saúde Humana e Serviços Sociais (14.478), Atividades Administrativas e Serviços Complementares (11.413) e Transporte, Armazenagem e Correio (6.227). Outros setores como Construção (12.096), Agropecuária (10.205), Indústria (4.974) e Comércio (40) também contribuíram para o saldo positivo.
Desempenho por unidades da Federação e regiões
Em maio, 22 das 27 unidades da Federação apresentaram saldo positivo na geração de empregos. São Paulo liderou com 18.224 novos postos, seguido por Espírito Santo (9.532) e Rio de Janeiro (9.195). Em termos proporcionais, o Espírito Santo registrou o maior crescimento, com alta de 1,02%, seguido pelo Acre (0,77%) e Piauí (0,53%).
Quanto às regiões do país, quatro das cinco apresentaram desempenho positivo em maio. O Sudeste liderou a geração de vagas com 45.873 novos empregos, seguido pelo Nordeste (23.351), Norte (5.061) e Centro-Oeste (2.016). Apenas a região Sul apresentou saldo negativo, com a perda de 4.109 postos.
Perfil populacional dos empregos formais gerados no Brasil
Em nível nacional, as mulheres foram responsáveis pela maior parte das vagas criadas em maio, com saldo de 51.848 postos, enquanto os homens registraram 21.112. A faixa etária de 18 a 24 anos teve o maior saldo positivo, com 71.900 novas vagas. Pessoas com ensino médio completo lideraram o saldo por escolaridade, somando 60.509 postos. Em relação à raça, os maiores saldos foram observados entre pardos (63.396), seguidos por pretos (16.136) e brancos (4.461).

