Atendimentos que fazem a diferença

A 17ª edição da Quarta do Cidadão, promovida pela Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF), alcançou um total de 447 atendimentos. O evento ocorreu na última quarta-feira (25), em frente à Biblioteca Nacional de Brasília, situada na Esplanada dos Ministérios.

Desde seu lançamento em agosto de 2024, a iniciativa mensal já contabilizou impressionantes 10.211 atendimentos, destacando-se pela oferta de serviços essenciais voltados à população em situação de vulnerabilidade. A partir de 2026, a ação passou a ser realizada na última quarta-feira de cada mês, permitindo um melhor planejamento e alcance.

Serviços variados para a comunidade

Durante a Quarta do Cidadão, a DPDF se associa a vários parceiros para fornecer uma gama diversificada de serviços, incluindo assistência jurídica gratuita, explicações sobre pensão alimentícia, reconhecimento de paternidade e realização de exames de DNA. Além disso, são oferecidos serviços de assistência social, saúde e bem-estar, como cortes de cabelo e orientações sobre serviços bancários e habitacionais, entre outros.

O defensor público-geral, Celestino Chupel, enfatiza a relevância de iniciativas que conectam a Defensoria Pública à população. “A Quarta do Cidadão se estabelece como uma política pública eficaz, integrando serviços e fortalecendo a rede de proteção social, especialmente para aqueles que se encontram em situação de vulnerabilidade”, salientou.

Melhorias contínuas na abordagem

Celso Murilo de Britto, chefe da Assessoria Especial da DPDF e coordenador da ação, revela que a cada edição, a organização e o alcance dos atendimentos são aprimorados, sempre com a colaboração de diversos parceiros. “O modelo integrado nos permite oferecer respostas mais rápidas e efetivas às demandas da população, garantindo um acolhimento adequado em um único espaço”, complementou.

A defensora pública Patrícia Albuquerque Tavares, que coordena o Núcleo de Assistência Jurídica dos Juizados Criminais, Cíveis e de Violência Doméstica de Brasília, destaca que, além de garantir o acesso a serviços fundamentais, a ação também possibilita a identificação de demandas recorrentes, permitindo uma atuação mais estratégica na defesa dos direitos. “Esse contato direto com a população facilita uma escuta mais qualificada e contribui para o aprimoramento contínuo das respostas institucionais, especialmente em casos de maior vulnerabilidade social”, concluiu.

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