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    Início » Efeito Felca: Limites da Exposição Infantil nas Redes Sociais
    Saúde

    Efeito Felca: Limites da Exposição Infantil nas Redes Sociais

    17/08/2025
    Imagem do artigo
    Reflexões sobre a segurança digital de crianças e adolescentes nas plataformas sociais

    Segurança Digital: O Que Precisamos Saber

    Um vídeo impactante do influenciador Felca trouxe à tona uma discussão crucial no universo digital: os riscos associados à exposição de crianças e adolescentes por meio de fotos e vídeos nas redes sociais, um problema que pode torná-los alvos de criminosos. Mas como os pais podem discernir o que deve ser evitado ao compartilhar conteúdo online? E como identificar se seus filhos estão em situação de vulnerabilidade em suas interações na internet? Essas questões são fundamentais para o bem-estar digital das novas gerações.

    Numa conversa com a delegada Lisandréa Salvariego Colabuono, que coordena o Núcleo de Observação e Análise Digital (NOAD) da Polícia Civil de São Paulo, o psicólogo Rodrigo Nejm, expert em educação digital do Instituto Alana, e Michelly Antunes, jornalista da Fundação Abrinq, foram discutidas maneiras de mitigar os riscos associados à disseminação de informações e imagens de crianças nas redes sociais. A unanimidade entre os especialistas é clara: pais devem dialogar sobre os perigos da internet com seus filhos.

    O Que Evitar ao Postar Imagens de Crianças

    Lisandréa Salvariego destaca que, ao contrário do que muitos pensam, a maior parte do conteúdo relacionado à pornografia infantil é composto por imagens cotidianas, como fotos de troca de fraldas, banhos ou vestuário de banho. “Os pais devem incorporar essas preocupações ao seu cotidiano; não existe um perfil ou idade que possa identificar um pedófilo”, ressalta a delegada. “Hoje, os criminosos têm acesso fácil e rápido à informação na internet, sem necessidade de interação física.”

    Leia também: Delegada da PF Revela Como Denunciar Exploração de Crianças nas Redes Sociais

    Michelly Antunes complementa que criminosos podem manipular imagens comuns das crianças, tornando-as em conteúdo impróprio. “Ao fotografar, use acessórios como óculos ou chapéus. Quanto mais disfarces, mais difícil será para alguém retirar a imagem do contexto”, sugere. Para garantir a segurança, ela recomenda que as fotos sejam tiradas de uma distância maior e de ângulos que não foquem diretamente no rosto ou em partes do corpo da criança.

    Rodrigo Nejm, por sua vez, aconselha que o primeiro passo seja refletir sobre a intenção de compartilhar a imagem: “Para quem essa foto está sendo tirada? É uma postagem que precisa ser feita publicamente ou pode ser enviada a um grupo restrito de familiares e amigos?” Ele recomenda que os pais considerem criar álbuns compartilhados em vez de publicar diretamente nas redes sociais. “Na internet, a privacidade é frequentemente confundida”, observa.

    A Importância do Diálogo com os Filhos Adolescentes

    O psicólogo destaca que o acesso à internet deve ser um processo gradual e que, assim como na alimentação, não se deve expor os adolescentes a toda sorte de informações sem orientação. “Ter o uso da internet desregrado não significa que os jovens tenham a maturidade necessária para navegar com segurança. A impulsividade típica da adolescência também deve ser levada em conta”, aponta Nejm.

    Leia também: Delegada da PF Revela Como Denunciar Exploração de Crianças nas Redes Sociais

    É essencial que os pais mantenham um diálogo aberto com seus filhos sobre sua vida digital, inclusive sugerindo que eles utilizem contas voltadas para adolescentes em plataformas como Instagram e TikTok, que oferecem configurações de privacidade específicas. “Escute os jovens sobre o que eles compartilham online e converse sobre a possibilidade de utilizar contas que garantam mais segurança”, aconselha.

    Como Lidar com Conteúdos Sensíveis nas redes sociais

    Se um pai perceber que seu filho publicou algo que não parece apropriado, é vital abordar a situação de forma aberta. Conversar sobre o que está sendo compartilhado pode ajudar a entender melhor a situação. Nejm sugere um exercício simples: “Reserve alguns minutos para olhar o feed do seu filho ao lado dele. Isso pode proporcionar uma visão clara do tipo de conteúdo que ele está consumindo”. Se houver resistência, isso pode ser um alerta.

    A delegada Salvariego reforça a necessidade de conversas sobre os riscos da publicação de conteúdo íntimo. “Explique para seus filhos que imagens e informações podem ter consequências além do que se imagina e que, uma vez online, é quase impossível retirá-las completamente”, adverte.

    Michelly menciona que as escolas têm um papel crucial nesse debate, promovendo discussões que abordem tanto os benefícios quanto os riscos das redes. “Mostrar aos jovens que a internet é uma ferramenta poderosa para conhecimento, mas que também pode ser perigosa, é fundamental para a formação de um uso consciente”, conclui.

    É Possível e Necessário Impor Limites?

    Os especialistas concordam que a imposição de limites é não apenas possível, mas necessária, dada a ausência de regulamentação específica para o uso de redes sociais no Brasil. “As imagens compartilhadas online ocupam um espaço público, e os pais precisam compreender a extensão desses atos”, alerta Michelly. “A adultização, que refere-se à exposição precoce de crianças a comportamentos inapropriados, tem crescido em plataformas digitais e deve ser combatida”, acrescenta Lisandréa.

    Para finalizar, a delegada enfatiza que o bom senso é essencial na criação de um ambiente digital seguro. “As crianças devem ter a oportunidade de viver plenamente sua infância, sem a pressão de comportamentos que não lhes dizem respeito. Proteger a infância é fundamental para garantir um futuro saudável”, conclui.

    exposição infantil redes sociais segurança digital
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