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    Início » Venda de Alimentos Registra Alta em Julho Após Um Ano de Retração
    Economia

    Venda de Alimentos Registra Alta em Julho Após Um Ano de Retração

    11/08/2025
    Imagem do artigo
    Sinais de recuperação no varejo alimentar animam comerciantes e consumidores

    Sinais de Recuperação no varejo Alimentar

    O início do segundo semestre trouxe um alívio inesperado para o varejo de alimentos no Brasil. Conforme as informações apresentadas pelo Radar da Scanntech, julho se destacou como um mês de recuperação significativa após uma sequência de meses difíceis, em que as vendas apresentaram queda em relação ao ano anterior. O volume total de alimentos comercializados manteve-se praticamente estável, com uma leve variação de -0,3%. Contudo, o fluxo de consumidores nas lojas mostrou um crescimento de 1,3%, o que acende a esperança de uma possível retomada no abastecimento das prateleiras brasileiras.

    Em comparação com o mês anterior, junho, o desempenho foi ainda mais promissor: as vendas cresceram 5,7%, mesmo diante de uma queda nos preços de -1,1%. Esses números podem indicar uma recuperação gradual da confiança do consumidor, essencial para o mercado alimentar.

    Leia também: Dólar e Ibovespa Caem com Novas Tarifas de Trump e Varejo Abaixo do Esperado

    Impulso das Categorias de Perecíveis

    O resultado positivo de julho foi puxado principalmente pelas cestas de perecíveis, mercearia e Mercearia Básica. Esta última, por sinal, registrou aumento em unidades vendidas pela primeira vez em mais de um ano. As três categorias apresentaram também uma diminuição de preços, com quedas de 2%, 0,4% e 1,7%, respectivamente. Produtos como legumes, óleo, massa instantânea e frango mostraram-se protagonistas nesse movimento ascendente.

    Entre os destaques, os legumes tiveram uma procura elevada, com crescimento de 11,9%, enquanto o preço médio caiu em 9,3%. O óleo apresentou um aumento de 11,1% nas vendas, seguido de uma leve redução de 0,8% no preço. As massas, tanto instantâneas quanto alimentícias, também se destacaram com altas de 6,7% e 6,4% em volume, respectivamente, ambas acompanhadas de reduções de preços. O frango e o bovino complementaram essa lista com crescimento nas vendas de 6,8% e 6,2%, respectivamente, ambos com queda nos preços.

    Leia também: Dólar e Ibovespa Caem com Novas Tarifas de Trump e Varejo Abaixo do Esperado

    Expectativas para o Futuro

    “Iniciamos o segundo semestre com sinais de recuperação no varejo alimentar, após dois meses de declínio no consumo. Isso sugere uma recuperação gradual da confiança do consumidor, mesmo que o cenário macroeconômico ainda exija cautela. É essencial adaptar-se mês a mês”, afirma Felipe Passarelli, Head de Inteligência de Mercado da Scanntech. Ele ainda acrescenta: “Quem poderia imaginar, há dois meses, que agosto chegaria com custos tão elevados para exportar aos EUA? Ou que, após um junho fraco, veríamos sinais de melhora já em julho? Este mês, portanto, se torna estratégico para revisões e aprendizados, fundamentais para o planejamento do restante do ano.”

    Análise Regional das Vendas

    A análise do consumo ao longo dos últimos 12 meses revela comportamentos distintos nas diferentes regiões do Brasil. A região Sul destacou-se com um crescimento de 1,1% nas vendas por unidade, enquanto as demais regiões experimentaram retração. As perdas mais acentuadas foram registradas no Norte, com -2,3%, seguido pelo Centro-Oeste (-1,5%) e Leste (-1,3%). Outras regiões, como o Nordeste e São Paulo, apresentaram quedas menores de -0,4% e -0,3%, respectivamente. Essa diversidade nos resultados pode oferecer insights relevantes para estratégias de mercado e abordagens regionais no futuro.

    alimentação dados econômicos recuperação varejo
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