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    Início » PM Utiliza Gás Lacrimogêneo para Reprimir Protesto na Favela do Moinho
    Política

    PM Utiliza Gás Lacrimogêneo para Reprimir Protesto na Favela do Moinho

    10/09/2025
    Imagem do artigo
    Ação da Polícia Militar ocorre após prisões de líderes comunitários em operação contra o tráfico.

    Ação Policial e protesto na Favela do Moinho

    Na noite da última quarta-feira (10), a Polícia Militar (PM) lançou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar os moradores da Favela do Moinho, que realizavam uma manifestação no centro de São Paulo. Esta ação ocorreu em um contexto já tenso, marcado pela prisão de Alessandra Moja, uma das líderes da comunidade.

    A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a PM foi chamada no início da tarde para monitorar a manifestação. As unidades do BAEP (Batalhão de Ações Especiais de Polícia) e da Tropa de Choque foram destacadas para a área central, onde o uso de gás lacrimogêneo se tornou necessário para controlar a situação.

    Operação Sharpe e Consequências para a Comunidade

    A operação, que recebeu o nome de Operação Sharpe, foi realizada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) juntamente com as polícias Civil e Militar na manhã do dia 8 de setembro. Durante essa ação, foram cumpridos 10 mandados de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão.

    A investigação revelou que Leonardo Moja, conhecido como Leo do Moinho, orquestrava um esquema de tráfico de drogas a partir de um local na favela, onde controlava atividades ilícitas e utilizava guardas civis metropolitanos (GCMs) para monitorar a polícia. O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) apontou que as ordens de Leo eram repassadas a Alessandra e a José Carlos da Silva, conhecido como Carlinhos, um membro do PCC (Primeiro Comando da Capital) que foi designado por Leo para assumir as rédeas do tráfico após a prisão do chefe.

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    Coação e Pressões sobre os Moradores

    Conforme noticiado pelo Metrópoles, moradores da Favela do Moinho relataram pressões e cobranças exorbitantes de até R$ 100 mil por parte de criminosos, caso aceitassem mudar-se para novos apartamentos oferecidos pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU). Essas práticas de coerção incluíam a exigência de que, após alguns anos, os moradores deveriam vender seus novos apartamentos e dividir o lucro com os criminosos.

    O caso foi transformado em inquérito pela Polícia Civil e chegou ao conhecimento do MPSP, que já havia apresentado seis denúncias sobre tráfico de drogas e organização criminosa contra líderes e outros membros do PCC na área da favela.

    Disputa Política e Programas Habitacionais

    Em mayo, o governo federal anunciou um programa de habitação grátis para os moradores da Favela do Moinho, em parceria com o governo de São Paulo. Este acordo prevê a destinação de R$ 250 mil por família como subsídio para a compra de casas, totalizando um investimento de R$ 220 milhões, que inclui R$ 160 milhões do governo federal e R$ 60 milhões do governo estadual.

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    Apesar da colaboração para realocar as famílias, uma disputa política entre os governos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) se intensificou em torno da situação da favela.

    Alessandra Moja e o Encontro com Lula

    Alessandra Moja teve destaque ao dividir palco com o presidente Lula em um evento no dia 26 de julho, onde foi anunciado o programa habitacional. Na ocasião, ela e sua colega, Yasmin Moja, foram elogiadas e receberam atenção ao representar a comunidade durante o discurso do presidente. Flávia Silva, outra líder comunitária, expressou sua gratidão pela presença de Lula, destacando a importância do evento para a comunidade.

    Lula, em seu discurso, criticou a associação dos movimentos sociais da Favela do Moinho com o crime organizado, enfatizando a necessidade de justiça e reparação. O programa habitacional visa beneficiar cerca de 900 famílias, oferecendo um crédito significativo para a aquisição de moradias através do Minha Casa, Minha Vida e do Casa Paulista.

    Extorsão e Medo na Comunidade

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    Investigadores do MPSP alegam que o PCC infiltrou-se nas organizações sociais que atuam na Favela do Moinho, visando proteger suas atividades ilegais. Alessandra Moja também é acusada de extorquir moradores que aceitaram acordos com o governo para sua relocação, segundo informações que emergiram nas investigações.

    Como consequência da desapropriação dos imóveis, o PCC teria perdido uma importante fonte de renda, levando a facção a buscar novas formas de arrecadação, como a cobrança de propinas para permitir que famílias se registrassem no programa habitacional.

    Medo e Deslocamento Imediato

    Com o clima de medo, moradores da Favela do Moinho têm evitado até mesmo o auxílio gratuito do governo para as mudanças, optando por arcar com os custos por conta própria. Há relatos de famílias que deixaram suas residências repentinamente, temendo represálias e monitoramento por parte dos criminosos que controlam a região.

    Favela do Moinho Polícia Militar protestos
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