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    Início » Obra do Calçadão na República Atrasa e Comerciantes Enfrentam Prejuízos Significativos
    Economia

    Obra do Calçadão na República Atrasa e Comerciantes Enfrentam Prejuízos Significativos

    25/09/2025
    Imagem do artigo
    Comerciantes da Rua Dom José de Barros relatam queda nas vendas e insegurança durante a reforma.

    Atraso nas Obras Impacta o Comércio Local

    A requalificação do calçadão na Rua Dom José de Barros, localizada no coração da República, em São Paulo, se transformou em um desafio para os comerciantes da área. Desde que as obras pararam há mais de um mês, muitos estabelecimentos registraram perdas significativas. Durante uma visita do Metrópoles à região nesta semana, constatou-se a ausência de trabalhadores nos três canteiros de obra instalados entre a Rua 24 de Maio e a Avenida São João. Apenas algumas máquinas estavam estacionadas, enquanto tubulações e fios estavam espalhados desordenadamente pelo chão.

    O cenário não é animador. Garrafas vazias, copos descartáveis e embalagens de cigarro deixados pelos canteiros indicam que não houve progresso recente nos trabalhos de revitalização. Apesar da situação, a maior parte da via permanece interditada, e os pedestres têm acesso aos comércios apenas por um estreito corredor aberto em um dos lados da rua.

    Um dos comerciantes afetados, Raphael Souza de Oliveira, de 40 anos, relata que a situação tem prejudicado muito seu bar: “Meu faturamento caiu 60%”. Ele, que está com o aluguel atrasado há dois meses, clama por um retorno imediato das atividades no local. “Compreendemos que isso trará uma melhoria no futuro, mas não podemos ficar 35 dias sem avanço”, lamenta.

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    A Indústria Hoteleira Também Sente os Efeitos

    Railton Santos, um recepcionista de 21 anos, que trabalha em um hotel na mesma rua, compartilha a frustração dos comerciantes. “Está sendo um transtorno. A redução do nosso calçadão já nos fez perder muitos hóspedes, que não se sentem confortáveis aqui”, afirma. Santos observa que os trabalhadores da obra costumam operar apenas por curtos períodos, de três a quatro horas por dia, o que tem contribuído para a sensação de abandono.

    A Prefeitura de São Paulo anunciou um projeto ambicioso em 2024, que envolve a requalificação de 12 endereços na região da República, totalizando 37,7 mil m². As ruas Basílio da Gama, 24 de Maio, Marconi, Barão de Itapetininga, Dom José de Barros, Sete de Abril, Gabus Mendes e Conselheiro Crispiniano estão entre aquelas que passarão por reformas. As calçadas das ruas Xavier de Toledo, Bráulio Gomes, Avenida São João e Avenida Ipiranga também estão incluídas no projeto.

    O objetivo da requalificação é aprimorar a pavimentação das ruas, promovendo mobilidade e acessibilidade. Além disso, o projeto contempla a instalação de galerias subterrâneas para fiação, melhorias na drenagem, sinalização, iluminação e criação de espaços de descanso. O custo total do projeto é estimado em R$ 36 milhões, prevendo conclusão no segundo semestre de 2026.

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    Consequências Adicionais e Questões de Segurança

    Entretanto, os problemas vão além das perdas financeiras. Jailson Santana, de 51 anos, que comanda uma lanchonete nas proximidades, diz que seu movimento caiu pela metade desde o início das obras. “Se antes vendia 50 almoços, agora estou vendendo apenas 25”, lamenta. Para piorar, Jailson revelou que a segurança na área se deteriorou. Recentemente, sua lanchonete foi alvo de furto durante a madrugada, um crime que ele suspeita ter sido facilitado pela presença do canteiro de obras.

    Outro comerciante, que optou por não se identificar, relatou que moradores da região também foram assaltados recentemente ao passar pela obra. A Secretaria da Segurança Pública, em resposta, informou que o furto na lanchonete está sendo investigado pelo 3° DP (Campos Elíseos) e que medidas estão sendo tomadas para reforçar a segurança na área. Segundo a nota, nos primeiros sete meses deste ano, houve uma redução de 25,73% nos registros de roubos na jurisdição do 3º DP.

    Expectativas para Retomada das Obras

    Questionada sobre os prazos e os motivos do atraso, a Prefeitura de São Paulo esclareceu que o ritmo das obras foi reduzido em decorrência da espera por autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para iniciar as escavações. A administração municipal afirmou que as equipes estão ativas em etapas administrativas e preparatórias para garantir a continuidade do projeto.

    O Iphan, por sua vez, esclareceu que as obras de requalificação estão sendo supervisionadas por profissionais de arqueologia desde 2022, seguindo diretrizes específicas de pesquisa. Eles aguardam documentação complementar para autorizar a inclusão da região da República na supervisão arqueológica. O instituto reafirmou que não há atrasos nas análises sob sua responsabilidade, finalizando a nota com a esperança de que a situação se normalize em breve.

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