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    Início » Fuzis no Rio de Janeiro: A Ameaça Crescente à Segurança Pública

    Fuzis no Rio de Janeiro: A Ameaça Crescente à Segurança Pública

    17/07/2025
    Imagem do artigo
    Entenda como a proliferação de armas de guerra impacta comunidades e a luta das autoridades

    A Proliferação de Fuzis nas Comunidades Cariocas

    A presença intensa de fuzis nas favelas do Rio de Janeiro se tornou um dos principais desafios enfrentados pelas forças de segurança. Armas de guerra, como AR-15, AK-47 e fuzis calibre .50, estão amplamente nas mãos de facções criminosas, incluindo o Comando Vermelho (CV) e o Terceiro Comando Puro (TCP). Essa realidade transforma comunidades em verdadeiros campos de batalha, criando um clima de medo e insegurança para os moradores.

    Em uma entrevista exclusiva, o secretário da Polícia Civil do Rio, Felipe Curi, enfatizou a seriedade da situação e defendeu a necessidade urgente de mudanças na legislação para enfrentar o acúmulo de armamentos que alimentam a violência urbana. Curi afirmou: “O problema do Rio de Janeiro hoje é o fuzil.” Para ele, o porte dessas armas não é apenas uma questão de poder de fogo; trata-se de garantir a dominação territorial, a imposição da lei do silêncio e o controle econômico através de taxas e atividades ilícitas.

    Números Alarmantes de Apreensões

    Leia também: Copyfakes e Armas 3D: O Crescente Arsenal das Facções Criminosas no Rio

    Os dados corroboram as preocupações levantadas. Em 2024, o Rio de Janeiro registrou 732 fuzis apreendidos, marcando o maior número em sua série histórica, segundo informações do Instituto de Segurança Pública (ISP). Esse total representa mais do que o dobro das apreensões realizadas em 2020. Nos primeiros meses de 2025, já foram apreendidos 26% do total do ano anterior, indicando um crescimento contínuo na quantidade de armamentos nas mãos de criminosos.

    Um estudo da Polícia Militar do Rio revelou que, dos 638 fuzis apreendidos pela corporação em 2024, impressionantes 604 — ou seja, 94,68% — foram fabricados fora do Brasil. Essa estatística ressalta a complexidade do tráfico internacional de armas, demandando medidas coordenadas para combater essa questão que nutre as facções criminosas.

    Lacunas Legislativas e Impunidade

    Felipe Curi criticou a fragilidade da legislação atual, que, segundo ele, passa a ideia de que o porte de fuzis é um “bom negócio” para os criminosos. Ele explicou que, no contexto do tráfico, um bandido pego portando uma arma de guerra enfrenta, na maioria das vezes, apenas uma acusação por associação ao tráfico, com um aumento de pena pelo uso de armamento restrito, mas sem uma condenação abrangente por porte ilegal.

    Leia também: Copyfakes e Armas 3D: O Crescente Arsenal das Facções Criminosas no Rio

    “O crime do porte ilegal de arma é absorvido pela lei de drogas. Geralmente, ele termina cumprindo uma média de apenas um ano preso”, destacou Curi. Para ele, essa brecha na lei representa um ciclo interminável para as forças de segurança, que repetidamente prendem os mesmos criminosos sem conseguir retirá-los de circulação de maneira efetiva.

    Propostas para Mudança

    Para mudar essa realidade, o secretário defende reformas legislativas significativas que tornem o porte de fuzis um crime mais severo e cumulativo com outras infrações. A proposta é equiparar as penas ao tráfico internacional de armas, que prevê reclusão de 16 a 24 anos, além de eliminar benefícios como saídas temporárias e a progressão de regime. “Faz-se necessário tornar o crime menos atraente para os criminosos. Hoje, é vantajoso para eles, mas a lei precisa mudar esse cenário”, argumentou Curi.

    A discussão sobre a legislação tem ganhado destaque no Congresso Nacional. Em fevereiro de 2025, um projeto estava em análise, buscando aumentar a pena para o porte ilegal de armas de uso restrito e tentando fechar as lacunas legais que permitem a rápida soltura dos infratores. O governador Cláudio Castro também expressou seu apoio à proposta, defendendo o fim da progressão de pena para aqueles que usam armas de guerra, alinhando o governo estadual com a iniciativa legislativa federal.

    Leia também: Copyfakes e Armas 3D: O Crescente Arsenal das Facções Criminosas no Rio

    Operações Policiais e Desafios Legais

    Sob a liderança de Felipe Curi, a Polícia Civil do Rio intensificou operações para desmantelar o crime organizado e apreender armamentos, atuando desde o rastreamento de fluxos financeiros até ações diretas contra as facções. No entanto, o secretário adverte: sem mudanças estruturais na legislação, o esforço policial se tornará uma luta sem fim.

    Curi enfatiza que a batalha contra a proliferação de fuzis no Rio exige não apenas ações nas ruas, mas também um arcabouço legal robusto que punirá efetivamente e desestimulará a circulação dessas armas nas mãos das facções, garantindo assim mais segurança à população fluminense.

    facções criminosas fuzis Rio de Janeiro Segurança Pública
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