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    Início » Empresário que matou gari em BH: “Comete um crime e vai treinar”, diz juiz
    Política

    Empresário que matou gari em BH: “Comete um crime e vai treinar”, diz juiz

    14/08/2025
    Imagem do artigo
    Juiz critica atitude de empresário durante audiência de custódia após homicídio de gari em briga de trânsito

    Juiz Reflete sobre Atitude do Empresário Após Crime

    Renê da Silva Nogueira Júnior, empresário de Belo Horizonte, enfrenta a acusação de homicídio após a morte do gari Laudemir de Souza Fernandes em um incidente de trânsito. A prisão do empresário foi convertida de flagrante para preventiva, uma decisão que reflete a gravidade da situação. O juiz Leonardo Vieira da Rocha Damasceno, responsável pela audiência de custódia, não hesitou em questionar a postura do réu. ‘O que chama atenção é que ele parece ter sido preso em uma academia. Comete um crime tão sério e vai treinar?’, indagou o magistrado, ressaltando a periculosidade e o desrespeito pela vida demonstrados por Renê.

    A prisão ocorreu na segunda-feira, dia 10, e o Tribunal de justiça de Minas Gerais decidiu pela manutenção da prisão preventiva, considerando a personalidade ‘violenta’ e ‘desequilibrada’ do empresário. Embora Renê seja réu primário, o juiz classificou o crime como um ato cometido por ‘motivo fútil’, uma briga de trânsito em que a vítima, indefesa, foi alvejada no abdômen e morreu no local devido a hemorragia interna.

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    Contexto do Crime e Reação da justiça

    Durante o interrogatório, colegas de trabalho de Laudemir relataram que o empresário se irritou com a retenção do trânsito e começou a ameaçá-los. Testemunhas revelaram que, ao sacar a arma, Renê deixou o carregador cair, mas o recolocou na arma e disparou em direção ao gari. O juiz enfatizou que a ação do empresário não foi um impulso momentâneo, mas uma decisão consciente e deliberada. ‘O ato de se abaixar para pegar o carregador e manuseá-lo novamente demonstra que ele tinha plena intenção de agir com violência’, comentou Damasceno.

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    Além disso, as testemunhas afirmaram que não houve discussão prévia. Os colegas de Laudemir apenas tentavam ajudar Renê a manobrar seu veículo, o que torna o ato de violência ainda mais incompreensível. O juiz descreveu a situação como ‘uma reação desproporcional’, observando que o crime ocorreu em plena luz do dia e foi motivado por uma irritação momentânea.

    Defesa e Desdobramentos Legais

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    Na audiência, a defesa de Renê solicitou atendimento médico e a disponibilização de medicamentos controlados, alegando que o empresário faz uso regular de remédios. O magistrado atendeu a esses pedidos, mas rejeitou o pedido da defesa para tornar o caso sigiloso, argumentando que a transparência é fundamental, salvo em situações em que a intimidade ou interesse social justifiquem restrições.

    A decisão de manter a prisão preventiva de Renê Nogueira reflete a preocupação da justiça em evitar a repetição de crimes violentos, especialmente considerando a natureza desprezível do ato cometido. A sociedade aguarda o desfecho deste caso, que não apenas envolve a perda trágica de uma vida, mas também levanta questões sobre a violência no trânsito e o respeito à vida humana.

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