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    Início » CGU Revela Critérios Divergentes do INSS em Acordos de Cooperação Técnica
    Economia

    CGU Revela Critérios Divergentes do INSS em Acordos de Cooperação Técnica

    08/09/2025
    Imagem do artigo
    Fiscalização aponta falta de padronização na análise de solicitações de entidades para descontos em benefícios

    Critérios Divergentes na Avaliação de Acordos

    A Controladoria-Geral da União (CGU) trouxe à tona um achado significativo: o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) não mantinha critérios uniformes ao avaliar os pedidos de Acordos de Cooperação Técnica (ACT). Esses acordos permitem a cobrança de mensalidades diretamente de aposentados e pensionistas. A auditoria realizada pela CGU revelou disparidades que levantam sérias questões sobre a gestão desses contratos.

    De acordo com o relatório da CGU, algumas entidades receberam aprovações baseadas em declarações genéricas, enquanto outras precisaram submeter uma quantidade substancial de documentos para obter a mesma autorização. “Observou-se que a análise da Diretoria de Benefícios e Relacionamento com o Cidadão, encarregada dessas avaliações, utilizava critérios variados, como evidenciado pela comparação entre processos de diferentes entidades”, afirmou o relatório.

    Investigação da “Farra do INSS”

    Leia também: INSS Assumiu Risco com Falhas nos Descontos Associativos, Afirmam Auditorias da CGU

    Leia também: CGU Revela Inércia do INSS Apesar de Alertas sobre Descontos Irregulares

    Esses acordos estão no cerne da investigação conhecida como “farra do INSS”, que apura descontos indevidos nas folhas de pagamento dos aposentados. A situação culminou na operação Sem Desconto, realizada em abril deste ano, para combater essa prática. Durante a auditoria, a CGU examinou os critérios necessários para parcerias entre entidades e órgãos públicos, que incluem condições materiais, estrutura adequada e capacidade técnica, entre outros fatores.

    Um dos pontos destacados pela Controladoria foi a exigência de que as entidades tivessem, no mínimo, três anos de funcionamento e experiência prévia para firmar parcerias com a União. Nos 12 processos analisados, em 11 deles, a verificação quanto à legitimidade da entidade foi realizada apenas confirmando se o estatuto social permitia a representação de aposentados ou pensionistas.

    Requisitos de Capacidade Técnica e Avaliação Crítica

    Curiosamente, o critério de experiência prévia foi verificado apenas em um dos casos analisados. Outros requisitos, como a adequação das instalações e a capacidade técnica, também foram considerados durante a auditoria. A CGU informou que, em ofícios enviados a entidades interessadas em firmar acordos, o INSS solicitava comprovantes de capacidade técnica, sugerindo o envio de documentos como balanços financeiros e relatórios de atividades.

    Leia também: INSS Assumiu Risco com Falhas nos Descontos Associativos, Afirmam Auditorias da CGU

    Leia também: CGU Revela Inércia do INSS Apesar de Alertas sobre Descontos Irregulares

    A lista de exigências do INSS, no entanto, não apresentava um padrão claro. “Os ofícios e checklists utilizados não continham uma lista padronizada de documentos para avaliar a capacidade operacional das entidades”, apontou a CGU. A análise da capacidade operacional, segundo a Controladoria, se baseou em informações coletadas nos sites das requerentes e de documentos que comprovavam sua estrutura física e pessoal.

    Resposta do INSS às Irregularidades

    Durante o processo de auditoria, a CGU consultou o INSS sobre as irregularidades encontradas. O órgão afirmou que já estava implementando diversas medidas para melhorar a gestão dos ACTs e ressarcir os beneficiários afetados pelos descontos indevidos. Segundo o relatório, o INSS iniciou um processo institucional para revisar e aprimorar os controles sobre os descontos associativos.

    Ainda segundo o INSS, os segurados foram orientados a verificar possíveis descontos indevidos por meio de seus extratos de benefícios. Caso encontrassem algum desconto não autorizado, poderiam solicitar o bloqueio imediato. “Assim, o INSS já vinha adotando ações para aprimorar a situação, em resposta a recomendações da CGU e do Tribunal de Contas da União (TCU)”, destacou o órgão.

    Leia também: INSS Assumiu Risco com Falhas nos Descontos Associativos, Afirmam Auditorias da CGU

    Leia também: CGU Revela Inércia do INSS Apesar de Alertas sobre Descontos Irregulares

    Medidas Futuras e Conclusão

    O INSS também informou que não há previsão para a celebração de novos ACTs ou restabelecimento dos acordos já suspensos até que as investigações em andamento sejam concluídas, especialmente no que se refere ao ressarcimento de beneficiários prejudicados. “Só voltaremos a formalizar novos acordos após a finalização das apurações, evitando prejuízos a beneficiários e ao próprio INSS”, enfatizou.

    Além disso, a autarquia mencionou ter instaurado 12 Processos Administrativos de Responsabilização (PARs) e um Processo Administrativo Disciplinar para investigar servidores envolvidos, com medidas de afastamento já implementadas. A devolução dos valores descontados irregularmente começou em julho deste ano, como parte das ações corretivas adotadas.

    auditoria CGU INSS irregularidades
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