Membro do COSAG Reforça Protagonismo do Agronegócio
Amaury Eduardo Pekelman, presidente da Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul (Biosul), foi reconduzido como membro do Conselho Superior do Agronegócio (COSAG) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A decisão foi oficializada pela Resolução da Presidência nº 001/26, datada de 5 de janeiro de 2026.
O COSAG se destaca como um dos principais fóruns de discussão e formulação de propostas estratégicas para o agronegócio no Brasil. Composto por lideranças empresariais, setoriais e institucionais, o conselho tem como foco a competitividade, sustentabilidade e a inserção internacional do agronegócio. A presidência do COSAG está sob a responsabilidade da senadora Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, dentro da gestão de Paulo Skaf na Fiesp.
Durante o ano de 2026, o mandato de Pekelman será crucial para debater temas essenciais, incluindo política agrícola, transição energética, inovação e o papel do agronegócio no desenvolvimento econômico do Brasil. Sua experiência no setor de bioenergia é vista como uma contribuição valiosa para a agenda do COSAG.
A presença de Amaury Pekelman no conselho não apenas reforça o protagonismo do setor de bioenergia de Mato Grosso do Sul no cenário nacional, mas também amplia os canais de diálogo institucional entre a indústria, o agronegócio e os formuladores de políticas públicas. “Participar do Conselho Superior do Agronegócio da Fiesp é uma oportunidade significativa para contribuir com uma agenda estratégica que una competitividade, sustentabilidade e desenvolvimento”, destaca Pekelman.
Segundo ele, a bioenergia desempenha um papel central na transição energética e em fortalecer a agroindústria brasileira. “Levar a experiência de Mato Grosso do Sul para esse espaço de diálogo qualificado é essencial para a construção de políticas públicas modernas, que atendam aos desafios do nosso país”, acrescenta.
A participação de Pekelman no COSAG está alinhada ao compromisso da Biosul em atuar estrategicamente na defesa de um ambiente regulatório estável. O objetivo é promover a bioenergia como um vetor fundamental para a transição energética, além de fortalecer a competitividade do setor agroindustrial brasileiro. Essa iniciativa é vista como uma parte crucial para garantir que o agronegócio continue a prosperar e se adaptar às demandas do mercado e às exigências ambientais.

