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    Início » Consumo de Alimentos Ultraprocessados no DF Supera a Média Nacional
    Saúde

    Consumo de Alimentos Ultraprocessados no DF Supera a Média Nacional

    23/01/2026
    Consumo de Alimentos Ultraprocessados no DF Supera a Média Nacional

    Consumo Preocupante de Ultraprocessados

    Um relatório divulgado pelo Ministério da Saúde, no dia 31 de agosto, mostra que o consumo de alimentos ultraprocessados entre os habitantes do Distrito Federal ultrapassa a média nacional. Os dados apresentados, coletados pelo Sistema de Vigilância de Fatores de Risco de Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), referem-se aos anos de 2006 a 2024.

    Conforme o estudo, aproximadamente 27,5% dos adultos no DF (ou seja, pessoas com 18 anos ou mais) ingeriram cinco ou mais grupos de alimentos ultraprocessados no dia anterior à pesquisa, superando a média de 25,5% observada em todo o Brasil. Com isso, a capital federal ocupa a 8ª posição entre as unidades federativas que mais consomem esses produtos.

    A gerente de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde (Gvdantps) da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), Mélquia da Cunha Lima, alerta que os alimentos ultraprocessados têm um valor nutritivo muito baixo e estão associados a uma série de problemas de saúde. “O consumo desses produtos é um dos fatores que contribuem para o aumento do peso corporal e está relacionado a pelo menos 15 tipos de câncer, além de doenças cardiovasculares e diabetes”, destaca.

    Reconhecendo os Ultraprocessados

    Os alimentos ultraprocessados são caracterizados por sua formulação industrial, composta principalmente por substâncias extraídas de alimentos, como óleos, açúcares e proteínas, ou por elementos sintetizados em laboratório, como corantes e aromatizantes. Mélquia enfatiza que a combinação desses ingredientes provoca um consumo excessivo, levando as pessoas a sentirem fome rapidamente e a continuarem a ingerir mais desses produtos.

    Entre os alimentos que se enquadram nessa categoria estão biscoitos, balas, sorvetes, cereais açucarados, refrigerantes, sopas em pó, embutidos e pratos congelados prontos para o consumo. O Ministério da Saúde sugere uma maneira prática de identificar esses produtos: consultar a lista de ingredientes nos rótulos. Um número elevado de ingredientes, geralmente cinco ou mais, e a presença de itens com nomes difíceis de reconhecer indicam que o produto é um ultraprocessado.

    Fatores de Risco e Saúde Pública

    O Vigitel também apresenta informações sobre a frequência e a distribuição de fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) nas capitais dos 26 estados brasileiros e no DF. Esses fatores incluem obesidade, hábitos alimentares, níveis de atividade física, tabagismo, consumo de álcool e qualidade do sono.

    Estatísticas recentes revelam que, em 2024, 20% dos adultos no DF apresentam um padrão de sono considerado curto (menos de 6 horas por noite), e 31,1% enfrentam sintomas de insônia. Estes índices, embora estejam abaixo da média nacional (20,2% e 31,7%, respectivamente), indicam uma preocupação crescente com a qualidade do sono, especialmente entre as mulheres, que são mais afetadas por esses problemas.

    Esses dados sublinham a necessidade urgente de ações voltadas à promoção da saúde e à conscientização da população sobre os riscos associados ao consumo excessivo de ultraprocessados e a importância de hábitos alimentares saudáveis.

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