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    Início » Expectativas políticas para o Distrito Federal em 2026: saúde, educação e escândalos financeiros em pauta
    Política

    Expectativas políticas para o Distrito Federal em 2026: saúde, educação e escândalos financeiros em pauta

    05/01/2026
    Expectativas políticas para o Distrito Federal em 2026: saúde, educação e escândalos financeiros em

    Desafios Orçamentários e Políticos em 2026

    À medida que 2026 se aproxima, o Distrito Federal se depara com um cenário político repleto de desafios e incertezas. Além da iminente temporada de eleições, a capital do Brasil precisa lidar com questões pendentes que remontam a um 2025 marcado por cortes orçamentários e problemas estruturais, principalmente nas áreas de saúde e educação.

    A aprovação do Plano de Ordenamento Territorial (Pdot) e do programa Tarifa Zero, que visa garantir a gratuidade no transporte público aos domingos e feriados, foram temas amplamente debatidos em 2025. No entanto, esses avanços também suscitaram questionamentos sobre o acesso à cidade. O governo de Ibaneis Rocha (MDB), em parceria com a vice-governadora Celina Leão (PP), enfrentou críticas especialmente após as remoções de ocupações que levantaram o debate sobre quem realmente detém o direito à cidade.

    Junto a isso, o escândalo financeiro envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB) expôs as prioridades distorcidas na gestão dos recursos públicos do GDF. Com isso, o Brasil de Fato DF conversou com sindicatos, movimentos sociais e parlamentares para fazer um balanço do ano passado e traçar expectativas para 2026, que promete ser um período de intensas disputas políticas.

    Saúde em Colapso: Um Ano Crítico pela Frente

    O setor da saúde no Distrito Federal entrou em colapso em 2025, sem que fossem apresentadas soluções efetivas para enfrentar a crise. O orçamento destinado à saúde naquele ano foi de R$13 bilhões, mas para 2026, a Câmara Legislativa do DF aprovou um corte de R$1,1 bilhão. Esse contingenciamento, especialmente em um ano eleitoral, aprofunda ainda mais os problemas na saúde pública.

    A superlotação nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), hospitais e Unidades Básicas de Saúde (UBS) é uma realidade alarmante, com a falta de profissionais e materiais básicos agravando a situação. No primeiro quadrimestre de 2025, a força de trabalho da saúde contava com 32.122 funcionários, mas ainda assim, a escassez de médicos, enfermeiros e recursos essenciais persistia, impactando diretamente a população dependente do Sistema Único de Saúde (SUS).

    O Sindicato dos Enfermeiros do DF (Sindenfermeiros) aponta que o ano de 2025 foi marcado pelo agravamento da crise na saúde devido à falta de profissionais e condições de trabalho. “É crucial recompor o orçamento da Saúde e realizar concursos públicos para garantir melhores condições de trabalho e valorização dos profissionais”, afirma o sindicato.

    Educação: Falta de Investimento e Mobilização

    A educação também está enfrentando um cenário difícil, com a falta de recursos públicos refletindo diretamente em problemas já conhecidos: estrutura precária, salas superlotadas e salários baixos. Em 2025, a greve dos professores evidenciou esses problemas e resultou em algumas conquistas, como a nomeação de concursados. Contudo, para 2026, o orçamento previsto caiu de R$5,4 bilhões para R$5,1 bilhões, o que gerou indignação entre os educadores.

    Na visão do Sindicato dos Professores (Sinpro), a gestão de Ibaneis e Celina contraria os princípios da educação pública e de qualidade. “Enquanto lutamos por uma educação que respeite a diversidade e a inclusão, a gestão atual opta por cortes e fragilização dos serviços”, comenta a entidade.

    O novo ano trará também a elaboração do Plano Distrital de Educação, que buscará atender às demandas da categoria enquanto enfrenta os desafios orçamentários e busca garantir os direitos dos educadores.

    Direito à Cidade: Projetos e Críticas

    A discussão sobre o direito à cidade ganhou força em 2025 com a aprovação do Tarifa Zero e do Pdot. O programa de gratuidade no transporte público visou beneficiar a população de baixa renda, evidenciado pelo aumento da demanda nos serviços de transporte coletivo. No entanto, o Pdot recebeu críticas de especialistas, que apontam um favorecimento à especulação imobiliária e um descompasso na política habitacional do DF.

    O deputado Gabriel Magno (PT), que se opôs ao Pdot, questiona: “Qual é o setor produtivo realmente beneficiado por essa proposta?”. A visão de que o plano pode favorecer o mercado imobiliário, sem atender às reais necessidades da população, é uma preocupação compartilhada por outros representantes.

    Escândalos Financeiros e a Necessidade de Respostas

    Não se pode falar de 2025 sem mencionar o escândalo que envolveu o Banco Master e o BRB, que culminou na Operação Compliance Zero da Polícia Federal. A investigação revelou uma série de crimes e irregularidades, levantando questões sobre a transparência e o gerenciamento dos recursos públicos. Este incidente acendeu discussões sobre a necessidade de uma CPI para investigar a fundo as relações entre as instituições financeiras e o governo local.

    O deputado Reginaldo Veras (PV-DF) expressa ceticismo sobre a eficácia de uma CPI, enquanto outros, como Gabriel Magno, acreditam que ainda há espaço para instaurar a comissão e esclarecer as ligações entre o governo e o escândalo financeiro.

    À medida que 2026 se aproxima, o cenário político do Distrito Federal se delineia como um campo de batalhas significativas, onde o fortalecimento das lutas populares poderá ser determinante para a mudança das prioridades e a recuperação dos direitos da população.

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