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    Início » DF: 70% das Vítimas de Feminicídio Não Denunciam Agressor – Um Alerta Urgente
    Saúde

    DF: 70% das Vítimas de Feminicídio Não Denunciam Agressor – Um Alerta Urgente

    17/09/2025
    Imagem do artigo
    Relatório aponta que medidas protetivas são essenciais para a prevenção

    Um Alerta Urgente sobre o Feminicídio no DF

    Nos últimos dez anos, 212 mulheres foram vítimas de feminicídio no Distrito Federal, e surpreendentes 70% delas nunca denunciaram seus agressores, apesar de muitas terem enfrentado violência anteriormente. Esses dados alarmantes foram revelados no relatório final da Comissão de Prevenção e Combate ao Feminicídio do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), apresentado nesta quarta-feira (17/9).

    Em entrevista ao Metrópoles, a promotora de Justiça e coordenadora da comissão, Fabiana Costa, enfatizou a importância das medidas protetivas, afirmando que elas podem salvar vidas. “É crucial que os casos de violência sejam levados às autoridades competentes para evitar desfechos trágicos”, destacou.

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    Fabiana Costa também explicou que, mesmo que a vítima não deseje solicitar uma medida protetiva, o Ministério Público pode agir em sua defesa. “O CNMP [Conselho Nacional do Ministério Público] orienta que, em determinadas situações, o MP pode requerer medidas protetivas e até a prisão preventiva do agressor, mesmo sem o pedido da vítima”, disse.

    A Cultura da Normalização da Violência

    Durante a entrevista, a coordenadora abordou a questão da normalização da violência na sociedade. “Infelizmente, o feminicídio raramente ocorre sem que haja um histórico de outras formas de violência. Essa é uma realidade preocupante”, comentou. Ela acrescentou que uma das iniciativas da comissão é a criação de um fluxograma para orientar a atuação nas audiências de custódia, onde várias medidas podem ser adotadas para proteger as vítimas.

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    Uma das conclusões mais significativas do relatório aponta que as medidas protetivas são eficazes na salvaguarda das vítimas. O procurador-geral de Justiça do DF, Georges Seigneur, também se manifestou sobre o tema. Ele observou que as violências domésticas, que frequentemente precedem os feminicídios, ocorrem dentro de casas, dificultando a intervenção do Estado. “Nesse cenário, a Denúncia, seja pela vítima ou por alguém que testemunhou as agressões, é fundamental para quebrar o ciclo de violência”, enfatizou.

    A Importância da Denúncia

    “Fazer a Denúncia é crucial. Precisamos entender que relatar esse tipo de violência aos órgãos competentes, como delegacias ou o Ministério Público, é um passo importante para proteger a vítima”, reiterou Georges Seigneur.

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    O relatório também revela que não houve registros de feminicídio em casos onde as vítimas e os agressores estavam recebendo acompanhamento de programas como o Espaço Acolher, o Viva Flor, a Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP) e o Policiamento de Prevenção Orientado à Violência Doméstica e Familiar (Provid).

    “Os dados deixam claro que medidas protetivas são essenciais na prevenção ao feminicídio, especialmente quando estão integradas a políticas públicas. Esta é uma das recomendações mais importantes do relatório”, concluiu Fabiana Costa.

    denúncia feminicídio violência doméstica
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