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    Início » Empresário Paulista Faturou R$ 40 Mil Diários Vendendo Munições ao CV
    Política

    Empresário Paulista Faturou R$ 40 Mil Diários Vendendo Munições ao CV

    10/09/2025
    Imagem do artigo
    Investigação Revela Esquema de Tráfico que Gera Lucros Milionários

    Esquema de tráfico de armas e Munições

    Uma investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro expôs um esquema complexo e altamente lucrativo de tráfico de armas e munições, envolvendo Eduardo Bazzana, um empresário do setor armamentista em São Paulo. Nos últimos 40 dias, Bazzana faturou impressionantes R$ 1,6 milhão, o que equivale a cerca de R$ 40 mil por dia, com a venda de itens para intermediários da facção criminosa Comando Vermelho (CV).

    O empresário, além de ser proprietário de lojas de armas e presidente de um clube de tiro em São Paulo, utilizava os CNPJs de duas de suas empresas de artigos esportivos como fachada para essas transações ilegais. Ele foi preso há aproximadamente quatro meses em Americana, cidade onde residia, durante uma ação conjunta do Ministério Público e da polícia fluminense.

    As investigações revelaram que as contas pessoais de Bazzana, assim como as de suas empresas, recebiam depósitos significativos do CV. Esses depósitos, que incluíam tanto dinheiro em espécie quanto transferências eletrônicas, alinhavam-se com pagamentos registrados nas planilhas do tráfico, evidenciando a ligação direta entre o empresário e a organização criminosa.

    No material coletado, o nome de Bazzana frequentemente aparecia como “fornecedor” em tabelas do CV, oferecendo uma variedade de materiais bélicos, como pentes de munição para fuzis AR10 e AR15, além de munições de calibres como AK47, .223 e .762 — armamentos tipicamente usados em conflitos armados.

    Leia também: Revelações sobre os Chefões do CV e o Tráfico de Armas em SP

    Leia também: Combate à Lavagem de Dinheiro: Integrando Esforços no Enfrentamento ao Crime Organizado

    Conexões com o Rio de Janeiro

    A rede de Bazzana se estendia até o Rio de Janeiro, onde suas conexões financeiras atingiam figuras proeminentes do crime organizado. Ele realizou três transações que totalizavam R$ 49 mil para Bruno De Lemo Garcia, conhecido como lavador de dinheiro do tráfico em Duque de Caxias. Além disso, o empresário também recebeu R$ 94 mil de Thiago Oliveira, procurado no Rio por homicídio, sugerindo que suas atividades empresariais eram, na verdade, um disfarce para abastecer a facção criminosa em território fluminense.

    Uma das principais figuras do tráfego com quem Eduardo mantinha contato era Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, conhecido como “Da Roça” ou “Zeus Muzema”, considerado uma liderança do CV na Comunidade da Muzema, em Jacarepaguá. A investigação aponta que Bazzana era um dos cinco principais fornecedores de armamentos e munições para Da Roça, indicando a importância de seus serviços para o tráfico de drogas.

    Os lucros gerados sob o comando de Da Roça eram, em grande parte, direcionados à “caixinha” da facção, um fundo crucial para financiar a aquisição de armas pesadas e expandir seu território, especialmente em disputas contra milicianos, como na guerra pelo controle da comunidade de Rio das Pedras.

    Leia também: Revelações sobre os Chefões do CV e o Tráfico de Armas em SP

    Leia também: Combate à Lavagem de Dinheiro: Integrando Esforços no Enfrentamento ao Crime Organizado

    Outros Fornecedores e lavagem de dinheiro

    Além de Bazzana, outros fornecedores vitais na cadeia de abastecimento de armamentos para o CV incluíam o ex-pastor Josias Bezerra Menezes, também conhecido como Oclinho, e Sidney Emerson da Silva, conhecido como Paulista da 50. Josias, envolvido com o CV e membro de uma quadrilha atuante em São Paulo, já foi preso transportando armamentos e atualmente está foragido no Complexo da Maré.

    Ricardo Francis Gonçalves Bueno, proprietário de uma loja de armas, também foi identificado como receptor de pagamentos do traficante Da Roça, assim como conexões com Oclinho. O esquema de lavagem de dinheiro da organização criminosa se revelou sofisticado, envolvendo outros suspeitos e empresas que serviam como fachada.

    Envolvimento de Agentes Públicos

    A investigação não parou por aí. Agentes públicos e ex-policiais também teriam colaborado com a organização criminosa. Carlos Alexandre dos Santos, um ex-policial militar, atuava em funções essenciais, coordenando atividades ilícitas, como homicídios e roubos de armamentos. Outro envolvido, Geraldo Bordin Neto, conhecido como Neto ou Bisneto, fornecia armas e informações confidenciais.

    Os Guardas Civis Municipais (GCMs) também foram cooptados pela facção. Denis Davi de Lima, por exemplo, estava envolvido em homicídios e na venda de informações confidenciais. A complexidade da rede criminosa, que incluía tráfico de drogas, corrupção, lavagem de dinheiro e outros crimes, representa uma séria ameaça à segurança pública, conforme destacado pela investigação.

    Os diálogos interceptados, além dos comprovantes bancários e planilhas financeiras, demonstram a audácia dos envolvidos. A estrutura hierárquica da organização e a sofisticação de seus métodos para ocultar movimentações financeiras só evidenciam a gravidade do problema. As defesas dos suspeitos não foram localizadas, e o espaço permanece aberto para manifestações.

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