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    Início » Acordo Comercial Entre UE e EUA: O Que François Bayrou Chama de ‘Submissão’
    Política

    Acordo Comercial Entre UE e EUA: O Que François Bayrou Chama de ‘Submissão’

    28/07/2025
    Imagem do artigo
    França critica acordo comercial, destacando riscos para a Europa e vantagens para os EUA

    França Reage ao Acordo Comercial

    A França classificou o recente acordo comercial-quadro entre os Estados Unidos e a União Europeia como um “dia sombrio” para o continente europeu. O primeiro-ministro francês, François Bayrou, comentou que o bloco europeu havia cedido sob pressão do presidente dos EUA, Donald Trump, aceitando termos que impõem tarifas de 15% sobre produtos da UE enquanto isentam as importações americanas de qualquer represália imediata. Essa crítica robusta reflete um descontentamento crescente entre os líderes europeus quanto à eficácia das negociações conduzidas até agora.

    Bayrou, em suas declarações, sublinhou que o acordo, que ele chamou de “acordo Von der Leyen-Trump”, representa uma forma de “submissão”. Ele destaca que é preocupante quando uma aliança de nações livres, que se uniram para defender valores e interesses comuns, se entrega a um acordo tão desequilibrado. A posição mais rigorosa da França contrasta com as abordagens mais conciliatórias adotadas por países como Alemanha e Itália, que têm se mostrado menos críticos em relação ao entendimento alcançado.

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    Reações na Europa

    Os comentários de Bayrou foram feitos após meses de um apelo insistente por uma postura mais firme por parte dos negociadores da UE. O governo francês, apesar de reconhecer alguns benefícios do acordo – como isenções para setores específicos, incluindo bebidas alcoólicas e a indústria aeroespacial – enfatizou que sua essência permanece desequilibrada. “Esse estado de coisas não é satisfatório e não pode ser mantido”, afirmou Benjamin Haddad, ministro francês de Assuntos Europeus, que pediu a ativação do instrumento anti-coerção da UE para permitir uma retaliação não tarifária contra os EUA.

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    Por sua vez, o ministro do Comércio, Laurent Saint-Martin, criticou a forma como a União Europeia gerenciou as negociações, sugerindo que o bloco deveria ter adotado uma postura mais firme desde o início. “Donald Trump só entende de força”, declarou durante uma entrevista à rádio France Inter, sugerindo que uma resposta mais rápida e decidida poderia ter mudado o rumo do acordo.

    Comparação com a Postura de Outros Líderes

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    O presidente francês, Emmanuel Macron, já havia enfatizado que a UE deveria revidar de maneira equivalente caso os EUA impusessem tarifas sobre produtos europeus. Ele sugeriu que isso poderia incluir medidas em relação a serviços, uma área onde os EUA apresentam superávit em relação à Europa. No entanto, a abordagem mais suave defendida pelo chanceler alemão Friedrich Merz e pela primeira-ministra italiana Giorgia Meloni, cujos países são mais dependentes do comércio com os EUA, acabou prevalecendo nas discussões europeias.

    Essa divisão entre os líderes europeus reflete a complexidade das relações comerciais transatlânticas e a necessidade de encontrar um equilíbrio que proteja os interesses da UE sem comprometer a relação histórica com os Estados Unidos. À medida que o cenário global se torna cada vez mais competitivo e polarizado, o futuro das negociações comerciais entre a Europa e os EUA permanece incerto, com os olhos vigilantes das nações sobre os próximos passos.

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